Sorriso largo...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Rosa enjeitada - a mulher na poesia e na canção (reedição)


*
Cabe um fado relembrar
Uma Rosa enjeitada!
A fadista, ouvi cantar
Rosa tão desventurada
De uma vida a chorar
(Rosário Pinto)

*
O poema é baseado no fado "Rosa Enjeitada", com letra de José Galhardo e música de Raul Ferrão.
*
Rosa enjeitada

1
Na partida houve choro
O porquê não entendia
Pensava que brevemente
Para casa voltaria.
Estava determinado
O lugar pra onde iria
2
Não poderia voltar
E causar decepção
Todo aquele investimento
Doía em seu coração
Dormia sem entender
Questionava a razão
3
Chorava sempre escondida
Só pensava em voltar
Ninguém a compreendia:
“Nada tens a lamentar
Vais ter vida melhor!
Terás como estudar!”
4
Chegando a cidade grande
O susto foi bem maior
Um casal a esperava,
Desconhecido que só!
A rede ficou pra lá
E a vida lhe deu um nó
5
Percebeu a rejeição
Que havia no lugar
- Porque não um bebê?
- Para eu poder criar?
Ouvindo estas palavras
Escondia-se a chorar
6
Sua decepção foi grande.
Ela queria um bebê
Para chamá-la de mãe,
Quando fosse crescer!
Repetia a todo instante:
“- Mas eu queria um nenê”!
7
A menina que sofria
Sentia-se enjeitada
A culpa tomava-lhe a alma
Por não ser a desejada
Sofria quieta e solitária
Sentia-se desajustada
8
Depois de tantos abortos
Não mais pode engravidar
Seu corpo já tão cansado
Não mais podia pegar
A criança desejada
Foi obrigada a adotar
9
Apelou pro afilhado
Com uma prole numerosa
Vou ajudá-lo a criar
Uma criança mimosa
Mas aquela que lhe veio
Já tinha dez anos de rosa
10
Aquela menina alegre
Logo começou a mudar
Desdobrava-se em atenção
Buscando o amor despertar
Mágoas daquele casal
Não conseguiu suplantar
11
A solidão a roia
Sem poder manifestar
Os recados foram claros:
- Não vá aos tios preocupar
Tudo que fazia ali
Parecia não funcionar
12
Dia e noite, noite e dia
Tinha um medo pavoroso
A confusão era tanta
Tudo lhe era assombroso
Conflitos ali vividos
Sem um beijo carinhoso
13
O tempo assim foi passando
E à dor se consumando
A inapetência chegou
Uma anorexia brotando.
Os médicos diziam sempre:
- A criança: tá definhando...
14
Escondia-se nos estudos
Pra nunca decepcionar
Os pais que a haviam perdido
Pra viver em outro lar
Este lar não lhe supria
Queria mesmo voltar...
15
Ficou uma adulta tímida
Sempre com o medo a rondar
Sem saber para onde ia
Com a dor a escalar
Uma angústia tão profunda
Ela teve que ocultar
16
Teve casa e comida
Sem ter realmente um lar.
Pois sua felicidade,
Ficou lá em seu lugar.
Hoje chora relembrando
Seu berço familiar.
*
Rio, outubro de 2011 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Quero ver pavão voar!!!!!

Quadra da Escola de Samba ACADÊMICOS DO SALGUEIRO
Josinaldo Mocó, Rosário Pinto, Lobisomem, Noeme, Fernando  Assumpção

VOA!!! PAVÃO, VOA!!!!

PAVÃO MISTERIOSO!!!!
I
O cordel tem dado mostras
De sua versatilidade
Navega na internet
Com a maior tranqüilidade
Escreve em verso o jornal
Cultura imaterial
É tema da atualidade.
II
Chegando à modernidade,
O cordel virou “global”
Vem de muitos idos tempos,
Na TV é cabedal.
Está presente na tela:
Acompanhe a novela.
Lá tem papel virtual.
III
Ouvimos muito falar
De um pavão encantado
De um pássaro formoso,
Em um reino afastado
Repleto de peripécia
 “Que levantou vôo da Grécia”
De amor acalantado
IV
Foi num antigo reinado
Nos tempos da oralidade
Onde havia uma princesa
Menina de pouca idade
O seu pai muito grosseiro
Trancou-a em cativeiro
Num reino de falsidade
V
Essa história tem versões
De poeta afamado
José Camelo de Melo
É o mais reivindicado
Pela autoria dos versos
Por motivos adversos
Foi por outro aclamado.
VI
Esse outro poeta foi
O Melquíades Ferreira
Que vendeu muito folheto.
João Camelo, na carreira
Desgostoso e bem zangado
Rasgou os versos guardados,
Que não venderam na feira
VII
Tá chegando o Carnaval:
A temática é cordel.
O Salgueiro homenageia
Nosso vate menestrel
O poeta bem atento,
Acompanha o seguimento
Observando o plantel
VIII
Agora vem o Salgueiro
Com o Pavão Misterioso
Trazendo no seu desfile
Também Boi Misterioso
Tem zabumba, tem pandeiro
E tem velho mandingueiro:
Carnaval ambicioso
IX
Pavão Misterioso chega
Na avenida, vem voando
Soltando as suas plumas
A arquibancada gritando:
Voa, voa meu Pavão
Hoje é dia do povão
O Pavão está abafando
(Rosário Pinto)
*
Abra o link e leia mais de 10 edições distintas e, realize suas pesquisas em:

SILVA, João Melquíades Ferreira da. História do pavão misterioso. Ed. Especial. Campina Grande: [s.n.], 1955. 32 p.

Observe a nota ao final do folheto:
Esta edição traz uma nota do poeta Abraão Batista acerca da autoria.

"Segundo Expedito Sebastião da Silva, poeta gráfico da antiga Editora de José Bernardo. João Melquíades plagiou o Pavão Misterioso, o "original" de José Camelo de Melo. O plágio vendeu melhor do que o original. A gráfica José Bernardo segui o gosto popular. José Camelo, desgostoso rasgou o seu original que perdera a concorrência" 
*
Viste ainda:
*
www.ablc.com.br
www.cnfcp.gov.br
http://cordeldesaia.blogspot.com
http://cantinhodadalinha.blogspot.com

domingo, 25 de dezembro de 2011

NATAL X MULHER na visão de Sávio Pinheiro



Sávio Pinheiro, poeta e membro da ABLC, que nos traz seu poema de Natal com a temática do nascimento de Jesus mas, sempre objetivando alertar a mulher para os cuidados com a saúde - na gravidez e parto.


NATAL SEM PRÉ-NATAL


No mês nono antes de Cristo
Uma jovem fecundou
O fruto da esperança
Que ela, encantada, sonhou,
O seu nome era Maria,
Por liberdade, lutou.

Gravidez não planejada,
Calmamente, ela aceitou,
Sendo fruto de uma luz
Divina, assim brotou,
Santo menino Jesus
No seu ventre se gerou.  

A gestação transcorreu
Sem existir pré-natal
Realizado por leigo
Ou por profissional.
Somente a fé no seu Deus
Reacendeu-lhe a moral.

Sua residência modesta
Sem condição sanitária
Dificultava o viver
(Vida era temporária).
Tinha assistência difícil,
Faltava Atenção Primária.

No ventre avolumado
A criancinha crescia,
Sem um acompanhamento, 
A fé em Deus a nutria,
A gravidez dava a graça
E a esperança luzia.

Sentindo-se indisposta
Era grande o seu tormento,
Pois sem existir equipe
Pra lhe dar contentamento
Sobrava a fé no seu Deus
Pra lhe acalmar o lamento.

Se as pernas lhe pesavam
Ou as doíam, somente,
Ela ficava tristonha
Suportando humildemente
Rezando para o Deus-pai
E o louvando bravamente.

Quando o vômito se mostrava
E a azia, ela sentia,
Sofria muita gastura,
Pois o Dramin não havia
E elevando as mãos pro céu
Ao Deus-pai, ela pedia.

O Imperador Romano
Pra controlar a nação
Ordenava que o censo
Contasse a população
Organizando o seu povo,
Apesar da migração.

A nossa Virgem Maria
Sendo mulher de ação
Sabia que, em Nazaré,
O censo era obrigação
Tendo, ela, que constar
Como membro da nação.

Sendo este obrigatório
A esperta santa implora:
- Meu José cuide em buscar,
Precisamos ir agora,
Arranje logo um transporte,
Pois temos que ir embora.

São José atarantado
Laçou um jumento forte,
Um asno muito ligeiro,
Que o preservava por sorte,
Dando a família castiça
A esperança de um norte.

Já perto do nono mês
Ela sente as contrações
Que, apesar, de indolores,
Anunciam vibrações
Dando a Santa Maria
Sublimes resoluções.

Ela olha o firmamento
E sente algum desatino,
Mas estando amparada
Pelo Dono do destino
Prevê o belo futuro
Deste sagrado menino.

Ele dá um pontapé
E mexe com harmonia
E Ela vendo que está próximo
E chegando o grande dia
Fica bastante contente
E com sublime alegria.

Os olhos celestiais,
Que orbitavam em Maria
Reluziam para o mundo
Com toda a pedagogia
Irradiando a esperança,
Que Deus almejou, um dia.

Uma dor no baixo ventre
Sente a compadecida
Pressentindo aproximar-se
O surgir de uma nova vida,
Tendo, já, que se abrigar,
Ter proteção garantida.

Numa outra contração
A Santa Maria implora:
- José, trate de arranjar 
Um bom abrigo, agora!
(- Não tinha casas de parto
Para atender à senhora).

A cidade de Belém 
Estando superlotada,
Não havia um só lugar
Para mantê-la hospedada.
Daí, Maria pernoitar
Embaixo de uma latada.

Em singela manjedoura
Nasce o menino Jesus
Sem serviços de saúde
Nem assistência do SUS
Pais e filho sem agasalhos
Sem enxoval, quase nus.

A criança quando chora
Já Irradia o seu poder
E exalando o tom da graça
Dá aos pais grande prazer.
- Nasce o menino de Deus
Para o mundo proteger.

Sávio Pinheiro
NATAL de 2011
(diretamente de Fortaleza, CE)
Foto: portalodm.com.br
Gravidez Parto 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Preparação Sítio ABLC


Caros amigos,

Convidada por Fernando Assumpção, Gestor de Projetos da ABLC e responsável pela classificação do Projeto - Revitalização do Sitio: www.ablc.com.brpremiado no Edital de Concurso Público nº 4/2010 – Edição Patativa do Assaré - 2010, na categoria Difusão – Iniciativas Existentes, conquistando o primeiro lugar, com 92 pontos, para montar as memórias poéticas do Quadro de Acadêmicos da ABLC, me vi junta e misturada com muitas histórias de vida e de poesia. Pois é... neste trabalho em busca de fazer o melhor de nós... lembrei de um biografia que preparei e comecei a colocá-la em forma mais sucinta. E qual é essa memória? De ninguém mais do que José Soares, o poeta repórter. Decidi, então, trazê-la inteira para vocês. Extraída de pesquisa em seus folhetos e em biografias publicadas, deixo aqui esse relato:

José Soares, o poeta repórter

A literatura de cordel, em suas várias vertentes temática aborda os fatos do cotidiano local e do mundo – o que os estudiosos e também os poetas chama de literatura de acontecidos, de época ou jornalística.
O poeta paraibano José Francisco Soares, (1914 – 1981), se especializou no viés jornalístico da literatura de cordel e, podemos afirmar que foi o maior poeta desse gênero no Brasil, daí ter recebido a alcunha de “o poeta repórter”.  Suas obras foram centradas na notícia, lia vários jornais diariamente, além de ouvir programas de rádio para manter-se no foco dos principais acontecimentos.A partir de suas leituras fazia a análise dos acontecimentos. Era perito em identificar notícias que despertavam o interesse de seus leitores e recriá-las na forma poética, produzindo folhetos com uma rapidez nunca vista, para vendê-los enquanto a notícia não caia no esquecimento. Desde a infância estava mergulhado na literatura de cordel, tinha familiares envolvidos com a composição poética, como seu primo, o violeiro Agostinho Lopes dos Santos e seu tio Inácio da Catingueira, um dos mais célebres cantadores do Nordeste de todos os tempos. Quando criança passou mais tempo nas feiras e mercados, fazendo biscates e ouvindo os cantadores e poetas.
 Na maturidade, escreveu folheto autobiográfico (escrito na terceira pessoa), no qual relata a memória dos tempos em que acompanhava poetas e cantadores nas feiras:

 “ Quando ele viu na feira
Aquela roda de gente
Se esquecia de tudo
Saía ligeiramente
Pra ver se era folhetos
Ou cantador de repente

Se acaso fosse um poeta
Cantando um livro engraçado
Ele não sentia fome
Ficava lá escorado
E só saía no fim
Quando visse o resultado.”


José Soares não foi apenas o poeta da notícia. Escreveu folhetos sob a temática do gracejo, histórias de milagres, relatos da vida dos sertanejos e teve uma vasta produção sobre uma de suas grandes paixões – o futebol. Como a maioria dos poetas de sua época, além de escrever participava de todo o processo de produção do folheto: criação, composição gráfica, impressão, divulgação e venda. Era comum vê-lo à porta de estádios de futebol com o folheto do jogo, que acabara de se realizar. Sua veia jornalística propiciava-lhe aprontar o folheto com antecedência, deixando apenas o título e o resultado para serem preenchidos.
Publicou seu primeiro folheto aos 14 anos, intitulado Descrição do Brasil por estados. Aos quinze anos fica órfão de pai e mãe e se vê responsável pelos irmãos e todo o sustendo da família. Poeta como Manuel D'Almeida Filho e Manoel Camilo dos Santos foram grandes incentivadores do jovem poeta. Como era difícil viver só de poesia, trabalhou em várias atividades, mas dedicou-se mais à de pedreiro, em Recife, Rio de Janeiro e Niterói, entre outras cidades.
Em 1958, alugou um espaço ao lado do Mercado São José, em Recife, para instalar sua banca de revistas, para a qual deu o nome de Barraca Tricolor, em homenagem ao seu time do coração, o Santa Cruz. Estava feito! Com um banca de jornais podia fartar-se de ler e se abastecer de notícias para a criação de seus versos e venda de folhetos. Em 1969, torna-se editor de folhetos, estabelecendo a Gráfica Tricolor, em Casa Amarela. Constituiu uma ampla rede de distribuidores por todo o nordeste.
Aliás, a distribuição de folhetos por revendedores e cegos cantadores em praças, constituiu uma fonte de economia, mesmo com pequenos ganhos o poeta manteve a si e a outros, como folheteiros, cegos e revendedores/distribuidores em outros municípios e mesmo outros estados. Esta posição nos evidencia o caráter de solidariedade do poeta de cordel.
A rapidez e o sucesso conquistados na confecção dos folhetos despertaram o interesse de políticos, que faziam encomendas nas ocasiões de campanhas eleitorais. José Soares nunca declamava ou cantava, era um tradicional “poeta de bancada”.
Como todo poeta de cordel, nunca teve vida tranquila ou sedentária. Casou-se 3 vezes e teve muitos filhos. Do terceiro casamento foram seis filhos, um dos quais herdou o dom da arte popular-, o xilógrafo e poeta Marcelo Soares, que desde muito pequeno o acompanhava na venda dos cordéis.
Outro folheto de grande receptividade foi o A morte do bispo de Garanhuns, Dom Expedito Lopes, que vendeu mais de 108 mil exemplares, em que disse:

“ Garanhuns esta de luto:
Numa bisonha manhã
Foi morto dom Expedito,
Um bispo de alma sã,
Pelo revolver dum padre
Partidário de Satã.

Sim, leitores esse padre,
Com seu instinto pagão,
Com três tiros de revolver
Prostrou sem vida no chão
A dom Expedito Lopes,
Príncipe da religião.”

José Soares sabia cativar seus leitores com a qualidade de seus versos, fosse pelas rimas, métricas e orações. Empregava metáforas simples, mas capazes de despertar emoções. Vejam os versos:

“ Dom Expedito gemia
Se contorcendo de dores;
Ele, sendo tão pacato,
Nunca pensou em horrores;
Estava em leito de espinhos
Quem tanto cuidou de flores!”


Nas duas últimas estrofes desse título, José Soares demonstra toda a sua maestria compondo em setilhas, dando mais força à conclusão do folheto.

“ O mundo é um vale de lágrimas,
A morte, temos por certo;
Nossa vida é por enquanto,
Nosso túmulo vivo aberto;
Contente o bispo vivia
Porque ainda não sabia
Que a morte estava tão perto.

Termino caros leitores,
Nada mais tenho a dizer;
O triste acontecimento
Estou disposto a vender;
De um jornal escrevi,
Porque lá não assisti:
Melhor não pude fazer.”

Nos últimos anos de sua vida, tinha a saúde bastante abalada, mas não esmorecia na produção de folhetos, o último título publicado foi O incêndio das barracas de fogos em Garanhuns, concluído duas semanas antes de sua morte. Morreu, em 1981, em Timbaúba, onde vivia nos últimos anos.
Teríamos ainda muito a dizer dessa passagem tão rica que foi a vida e a obra de José Francisco Soares, José Soares ou Zé Soares, mas SEMPRE, o poeta repórter!!!!!

Maria Rosário Pinto
2010

Visite também:
http://cordeldesaia.blospot.com
http://cantinhodadalinha.blogspot.com
e a partir deste final de ano
www.ablc.com.br

domingo, 18 de dezembro de 2011

BATE O SINO PEQUENINO!!!

Recebi da amiga Beth Baltar, de João Pessoa, PB, o belo e acalentador vídeo de Natal, produzido por Luigi Bertolli com participação de artista nordestinos. 
Deleitem-se

ACONTECEU !!!


A Academia de Literatura de Cordel – ABLC lançou, dia 15 de dezembro, 2011, às 16:00 h, no auditório do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, o projeto de Revitalização do Sítio da ABLC – www.ablc.com.br – projeto premiado em 1º lugar pelo Edital Patativa do Assaré – 2010, publicado pelo MinC. Implementado por Fernando Assumpção, gestor de projetos da ABLC. A nova roupagem agradou o público presente pela diversidade de conteúdos e pela fácil navegabilidade.

O encontro foi aberto por Fernando e a mesa composta pelo presidente da ABLC, Gonçalo Ferreira da Silva e Marisa Colnago Coelho, diretora da Biblioteca Amadeu Amaral/CNFCP/Iphan/MinC.  Contou com a presença de poetas do quadro acadêmico: o poeta Dideus Sales, que tomará posse neste sábado na cadeira de Rodolfo Coelho Cavalcante, deixada pela saudosa Wanda Brawer; João Batista Melo; e, Dalinha Catunda.

Presentes ao evento as senhoras Madalena Diégues, filha do folclorista e escritor Manuel Diégues Júnior, cujo centenário será comemorado pelo CNFCP, em 2012; e, Debra McKern, representante da Library of Congress, no Rio de Janeiro, que vem realizando um trabalho de captura, autorizada, de páginas da literatura de cordel, na internet, com o objetivo de guarda e divulgação da memória dessa vertente da cultura popular.

À hora da confraternização, estabelecemos contatos e animadas conversas sobre a força da literatura de cordel nos dias atuais, seja pela multiplicidade de poetas que publicam seus versos on-line, seja pela ampliação do parque editorial que se dedica a publicação de folhetos de cordel em todo o país.

Navegue:


BOAS PESQUISAS!

BOAS FESTAS!!!

Texto e foto: Rosário Pinto

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ACONTECEU!!!

(Fernando Assumpção)
A Academia de Literatura de Cordel – ABLC lançou, dia 15 de dezembro, 2011, às 16:00 h, no auditório do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, o projeto de Revitalização do Sítio da ABLC – www.ablc.com.br – projeto premiado em 1º lugar pelo Edital Patativa do Assaré – 2010, publicado pelo MinC. Implementado por Fernando Assumpção, gestor de projetos da ABLC. A nova roupagem agradou o público presente pela diversidade de conteúdos e pela fácil navegabilidade.
(Página Projetos)
O encontro foi aberto por Fernando e a mesa composta pelo presidente da ABLC, Gonçalo Ferreira da Silva e Marisa Colnago Coelho, diretora da Biblioteca Amadeu Amaral/CNFCP/Iphan/MinC.  Contou com a presença de poetas do quadro acadêmico: o poeta Dideus Sales, que tomará posse neste sábado na cadeira de Rodolfo Coelho Cavalcante, deixada pela saudosa Wanda Brawer; João Batista Melo; e, Dalinha Catunda.
(Debra McKern, Gonçalo, Dalinha, Fernando, Rosário e Dideus)
Presentes ao evento as senhoras Madalena Diégues, filha do folclorista e escritor Manuel Diégues Júnior, cujo centenário será comemorado pelo CNFCP, em 2012; e, Debra McKern, representante da Library of Congress, no Rio de Janeiro, que vem realizando um trabalho de captura, autorizada, de páginas da literatura de cordel, na internet, com o objetivo de guarda e divulgação da memória dessa vertente da cultura popular.
(Página de Notícias)
À hora da confraternização, estabelecemos contatos e animadas conversas sobre a força da literatura de cordel nos dias atuais, seja pela multiplicidade de poetas que publicam seus versos on-line, seja pela ampliação do parque editorial que se dedica a publicação de folhetos de cordel em todo o país.
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Navegue:
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Revitalização Site ABLC 15 dez 2011

Caros amigos e parceiros,

 A Academia Brasileira de Literatura de Cordel – ABLC tem a honra de
convidá-los para o lançamento da Revitalização do Sitio: www.ablc.com.br,
premiado no Edital de Concurso Público nº 4/2010 – Edição Patativa do
Assaré - 2010, na categoria Difusão – Iniciativas Existentes, conquistando
o primeiro lugar, com 92 pontos. O projeto foi implementado por Fernando
Assumpção, Gestor de Projetos da ABLC.


 A ABLC conta com a inestimável parceria do Centro Nacional de Folclore e

Cultura Popular/Iphan/MinC na realização do evento, no Auditório do Museu

de Folclore Edison Carneiro, dia 15 de dezembro de 2011, às 17:00 horas.
*
Sua presença nos é fundamental!
ADQUIRA
100 Cordéis Históricos Segundo a ABLC
Editora:
 Queima-Bucha
Formato: 21 X 28
Páginas: 568
Capa: Papel Triplex 350g 2 cores
Miolo: Papel Off-Set 90g P/B
Preço: R$ 50,00 (caixa com dois volumes)
Para envio por Correios será acrescentado o valor correspondente para cada cidade.
A coleção está à venda pelo e-mail 100cordeis@ablc.com.br.
Visite:
www.ablc.com.br
http://cordeldesaia.blogspot.com
http://cantinhodadalinha.blogspot.com