Sorriso largo...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

DICA DA SEMANA

Caros amigos poetas e pesquisadores,
A DICA DA SEMANA é para o linnk que me foi enviado pela pesquisadora Rosilene Melo, DIÁRIO DO NORDESTE, http://www.diariodonordeste.com.br/ , com página dedicada à
Academia dos Cordelistas do Crato,

Academia dos Cordelistas resgata tradição
http://www.diariodonordeste.com.br/materia.asp?codigo=884870

que nos oferece notícia de grande importância para o mundo da literatura de cordel. É importante divulgarmos todas as iniciativas para o insentivo da produção de folhetos de cordel e da xilogravrua, bem como de sua importância histórica para a formação do leitor e do poeta brasileiros. Aqui também oferecemos textos para pesquisas na área da literatura de cordel.
Navegue, faça suas buscas e obtenha recursos para suas pesquisas.
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http://cordeldesaia.blogspot.com

sábado, 13 de novembro de 2010

E... de repente, o amor

Estes versos são dedicados ao mocinho aí da foto, Mateus, que veio para arrebatar nossos corações. É pura paixão.
 O amor quando acontece,
Às vezes inesperado.
Tem horas que até parece,
Um encontro já marcado.

Um encontro já marcado
O amor é intempestivo
Sentimento inesperado
Ele é imperativo

Ele é imperativo,
Nos domina por completo.
Deixando todos cativos
Desse doce predileto.

Desse doce predileto
Guardamos o seu sabor
Com o coração repleto
De paixão e de amor
Veja também:
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

DICA DA SEMANA

Esta janela destina-se a oferecer “dicas” para leitura de folhetos de cordel disponíveis nos Acervos Digitais do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular/CNFCP/Iphan/MinC – www.cnfcp.gov.br
O termo “Dica da Semana” foi sugerido pelo colega de trabalho, o bibliotecário Marcos Vinícius de Assis.
A “dica” vai para o folheto :

C5262
Rouxinol do Rinaré [Antônio Carlos da Silva]. Salomão e Sulamita, o cântico erótico do amor. Fortaleza: Tupynanquim, 2006. 16 p.; e,
Mulher, deusa da beleza. In: Salomão e Sulamita, o cântico erótico do amor. Fortaleza: Tupynanquim, p. 13-14.
Observe a beleza, a seriedade da pesquisa e a precisão dos versos, que seguem o registro da coerência entre métrica, rima e oração. Não deixe de ler as páginas 15 e 16, com O grande encontro de Rouxinol do Rinaré com Salomão.
Acervos Digitais: Cordelteca/Biblioteca Amadeu Amaral
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular/CNFCP/Iphan/Minc
Veja também:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

DOMINGO DE ELEIÇÕES 2010 !

 Fiquei pensando nesses dias de pré-eleição - debates, encontros, entrevistas, notícias, viagens em lombo de jegues, beijos em criancinhas carentes... tudo tão maquiado, preparado, ensaiado mesmo. Não se fala em informar políticamente o eleitor... parece que não convém... Deu uma tristeza... Como pode um fato tão relevante ser levado aos limites da leviandade ? ... É mesmo uma pena 
Domingo de eleições !

Eu estava bem feliz
Depositei o meu voto
Na Marina apostei
Apertei em sua foto
Estava bem confiante
Me sentindo atuante
Não contei com o "canhoto"

Que chegou sorrateiro
Usando d. Marina
Para o caos anunciar
Espalhando gasolina
Para fogo atear
E ninguém acreditar
Na conquista da Marina

Ela foi forte e guerreira
De nada se amedrontrou
Usou a sinceridade
Seu discurso manejou
Com armas de harmonia
Sem apelar pra covardia
Seu futuro assegurou !

Veja ainda: 
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Foto: Rosário Pinto

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O bom poeta faz assim...

Caros amigos,
Enviei para a colega Josenir Lacerda um link recebido pela internet de Fred Astaire e Rita Rayworth dos velhos tempos e, claro, brotou uma estrofe das mais singelas e bela. Vejam lá.

file:///C:/Documents%20and%20Settings/rosario/Meus%20documentos/Downloads/Fred%20Astaire%20e%20Rita%20HayWorth.wmv



Fred Astaire, Rita Rayworth
Emblemas de um tempo lindo
Saudade silenciosa
Chega no peito, invadindo
Embora o rosto molhado
Lacrimejando o passado
A alma agradece rindo

(Josenir Lacerda)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Em quem votar ?

Caros poetas e amigos,
É chegada a hora do voto obrigatório... mas, em quem votar ? Cada dia aumentam nossas dificuldades na seleçao de candidatos ao parlamento em quem possamos, realmente, ter confiança !

*
Eles chegam de mansinho
Beijando nossas crianças
Oferecendo favores
E fazendo suas tranças
Para nossos descendentes
Em todas as suas andanças
*
Precisamos informar
Sobre suas intenções
Sabemos o que eles querem:
Só ganhar as eleições
Quando chegam ao poder
Já não querem nem saber
Dos pobres lá dos sertões
*
Eu ainda tenho fé
No amadurecimento
De todos os eleitores
Firmando seu pensamento
Votando com consciência
E com muita pertinência
Mostrando conhecimento
 
Maria Rosário Pinto
 rosariuspinto@gmail.com
http://rosarioecordel.blogspot.com
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Poesia de caderninho

Quem de nós, na sua adolescência e juventude não escreveu poesias de caderninho! Penso que todos nós e, isto só depõe a nosso favor... Fomos felizes e precisamos relembrar estes momentos.... portanto, decidi postar uma Poesia de Caderninho, daqueles de bons amores e sabores:

Poesia de caderninho
 1
Amigo! àquele abraço.
Marcou para mim a noite
A conversa importante
Soou como um açoite
Não de dor, mas de promessa,
De outras, à boca da noite!
2
Aquele abraço declarou
Uma noite de harmonia!
A conversa interessante!
Enchia-me de alegria.
Que outras noites viriam,
Meu coração repetia.
3
Poderemos conversar
Sobre nossa empatia
Você me contando histórias
Lá da selva, onde havia
Pajés, árvores gigantes
Só histórias de magia
4
O Pajé contou-lhe lendas
De arrepiar coração
Você me fez o relato,
E trouxe muita emoção
Sei que eram bem reais,
Contadas com exatidão.
5
Não me ache atrevida
Por lhe enviar este verso
Em meio a tantos na vida
Descobrimos o inverso...
Falar a dois é melhor
Não se fica tão disperso
6
Fixamos amizade
Em um minuto somente
Bastou-nos um forte abraço
Para brotar a semente
De uma amizade sincera
De caráter ascendente
7
Coisas que sempre ouvi
Contadas por quem as viveu
Contando suas histórias
De amores e saudade
Ah! como seus olhos brilham
Falando de liberdade
8
A liberdade é um bem
Que devemos resguardar
Ela é nosso tesouro
E na alma deve estar
Se o corpo aprisiona
Ela vem nos libertar
9
Não há torres, nem algemas
Que possam aprisionar
Um coração amoroso
Com o amor a cantar
Se prisões nos acorrentam
O amor vem resgatar
10
O poeminha aquele
De caderninho que fiz
Foi para chamar a atenção
De alguém que sempre quis
Chegar mais perto e dizer:
 "- Você, há muito me diz"
11
Tinha o calor do desejo
E o afago de um anseio
Senti bater em meu peito
Um tão grande devaneio
Que pensei dentro da alma
- Será que estou nesse meio?
12
A emoção que senti
Que alegria me deu
Era como uma criança...
Uma curiosidade!
Sei que haverá outra vez
Pra dizer: Amigo, valeu! 

(Rosário Pinto)  Abril 2010
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